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Artigo publicado em 11/03/2021

Dor e Prazer: As forças invisíveis por detrás da decisão

A Janela da Previdência!

O ser humano tende a evitar falar de temas negativos.

A morte, a invalidez ou a doença grave, são temas tabu, quando se trata de pensar neles na primeira pessoa. Ao pensarmos nestas temáticas fazemos automaticamente associações e vivenciamos mentalmente estes acontecimentos, que despoletam emoções como a tristeza ou o medo.

Por outro lado, temos enorme satisfação em falar sobre eventos positivos. Falar sobre viagens, férias, gastronomia, cultura, celebrações ou outros acontecimentos positivos, pois combinam muito mais com a vida idílica que todos ambicionamos.

Quando falamos sobre coisas positivas também se sentem emoções, mas desta vez são emoções de alegria ou de afecto. 

Esta repulsa por falar de assuntos de cariz negativo é um mecanismo de protecção inconsciente que o nosso cérebro utiliza, para nos defender do contacto com esses estados emocionais, mantendo-nos com o equilíbrio emocional necessário.

Se estivéssemos constantemente expostos a estímulos emocionais negativos, ficaríamos desequilibrados emocionalmente, o que numa situação mais aguda, se tornaria patológico, transformando-se em ansiedade ou depressão. 

Este mecanismo de defesa, transforma a tarefa de contratar um Seguro de Vida num verdadeiro incómodo para qualquer cliente, pois inevitavelmente teremos de equacionar os capitais necessários, para salvaguardar a eventual ocorrência destes lamentáveis eventos.

Dado este enquadramento, a solução é utilizar a metáfora da janelaJanela? Como assim?

Tendo em consideração que se trata de acautelar o bem-estar daqueles que dependem financeiramente de nós, assegurar qualidade de vida perante uma invalidez ou garantir as condições necessárias para nos podermos tratar quando deparados com uma doença grave, a proposta que faço é: abra uma janela.

Fale com um Agente Real Vida Seguros especialista em previdência, para que este possa analisar as suas necessidades de proteção, simule a opção mais adequada e depois subscreva a sua apólice.

O adiar desta decisão evita o sentimento de medo e tristeza associado ao incómodo de falar sobre o tema, mas mantém o sentimento de insegurança, sentimento esse, com o qual é difícil conviver, nomeadamente quando ganhamos consciência da lacuna de protecção em que estamos a incorrer.

Depois de subscrita a apólice feche esta janela para sempre, pois não terá de voltar a falar sobre eventos negativos, mas agora com uma grande diferença. Você e a sua família estão protegidos, para que possam usufruir ao máximo das coisas boas que a vida tem.

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Manuel Lorena

Diretor Adjunto de Marketing na Real Vida Seguros
Especialista em Comunicação Multicanal e Literacia Financeira

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