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Não quero seguros. Não gosto de seguros. Não confio nas Seguradoras. Só tenho os seguros obrigatórios, porque tenho que os ter.
Estas são as respostas imediatas quando nos falam em seguros.
Porque nem sempre funcionam bem, porque existe muita burocracia na subscrição e na resolução de um sinistro, porque tem letras “miudinhas”, porque os contratos são extensos com textos, por vezes, de difícil perceção.
Tenho amigos que utilizam seguros e estão satisfeitos! Já me questionei, porque não gosto de seguros? Tive uma má experiência? Fui mal aconselhado?
Existem muitas respostas em volta destas questões.
A reflexão passa, inicialmente, pelo aconselhamento de um especialista em determinada área. Não somos bons em tudo e, como tal existem mediadores especializados em determinados produtos. Estes profissionais podem dar um aconselhamento de acordo com as necessidades pessoais e familiares. Devemos saber escutar bem e expor todas as dúvidas que vão surgindo, para que nos seja proposta a melhor proteção.
Porque não quero incumprir a lei. Mas, seja a nível pessoal e familiar, seja a nível empresarial, tenho todos os seguros necessários, protejo a casa, o carro, os equipamentos, a bicicleta, … protejo todos os meus bens, os bens que tenho de valor!
Protegermo-nos a nós e à nossa família, não fará mais sentido? Queremos proteger a nossa casa, mas e se estivermos doentes e não tivermos forma de honrar os compromissos? E, se tivermos um acidente e não conseguirmos trabalhar, como vamos conseguir proteger os nossos rendimentos? Quem pagará as nossas despesas?
Quando nos falam sobre seguros para nos protegermos a nós próprios, pensamos de imediato nos “seguros de MORTE”. E, a velha frase surge “quem ficar cá, que trabalhe” mas e se ficar inválido por uma doença ou um acidente? Sim, porque pode acontecer a qualquer um, não atinge só o vizinho, como pensamos!

O grande problema é ficar dependente dos cuidados de alguém e dependente de apoios sociais. Ter um seguro subscrito com um especialista que nos aconselhe de forma adequada, garante que a nossa qualidade de vida, naquela altura será melhorada, o sofrimento será atenuado, pelos cuidados e por um apoio financeiro que fará toda a diferença.
A pandemia trouxe uma realidade completamente diferente, sofremos muito por quem perdemos, por quem foi afetado por esta doença, vivemos com mais cuidados, criamos novos hábitos e desenvolvemos uma preocupação acrescida, referente às doenças graves. No nosso país continuam a morrer pessoas com estas doenças.
Cada vez temos mais informações nos canais de comunicação de que as doenças que mais assolam os Portugueses são doenças cardiovasculares e doenças oncológicas. É aqui que deveria residir a nossa preocupação.
Todos nos deveríamos proteger a nós e às nossas famílias, para que caso aconteça algum imprevisto grave, tenhamos uma alternativa, um apoio, uma ajuda e garantir que teremos melhor qualidade de vida. Nas piores alturas da nossa vida, fará toda a diferença. O sofrimento de perder alguém, ficar com uma invalidez ou ter o diagnóstico de uma doença grave, por si só, já são momentos difíceis e perde-se tanto. No entanto, ter uma proteção irá, com toda a certeza, minimizar a dor.
Os seguros com coberturas para doenças graves, para acidentes, para invalidez, para morte, para internamento, para consultas, deverão ser adequados ao estilo de vida de cada um, às nossas necessidades e, adaptado à disponibilidade financeira de cada família. O importante é ter algum apoio, porque as doenças e acidentes acontecem a qualquer pessoa.
Enquanto não compreendermos que TODOS devemos ter um plano de proteção pessoal e familiar, não estaremos a dar a devida importância ao que é REALmente essencial: NÓS e a nossa FAMÍLIA. Sejamos felizes mas, protegidos! Porque o “azar” não acontece só aos outros!
SEGUROS é sinónimo de PROTEÇÃO. Fale com um especialista e garanta a protecção adequada para cada momento da sua vida.

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